HISTÓRICO - DOS BLOQUETOS AO DDA
Mensalidades de escolas, planos de saúde, condomínios, prestações, financiamentos de casas e veículos, essas cobranças geram em torno de 2 bilhões de boletos de papel por ano. Mas essa montanha de papel pode ser reduzida em até 40% com a utilização de meios eletrônicos. Além disso, os boletos físicos são mais sujeitos a extravio, danificação e fraude, enquanto que o documento eletrônico é mais prático, conveniente e seguro.
Com vistas à economia, praticidade e conveniência dos consumidores, a Febraban-Federação Brasileira de Bancos está desenvolvendo o DDA – Débito Direto Autorizado.
O novo sistema deve tirar de circulação em torno de 520 milhões de boletos físicos. Só para dar uma idéia, em 2007, circularam em torno de 1,3 bilhão de boletos pela CIP-Câmara Interbancária de Pagamento, 30% a mais, comparado ao ano anterior.
O lançamento do DDA está marcado para o 2º semestre de 2009 e devem participar, inicialmente, 129 bancos, que já fazem parte da compensação de cobrança. O detalhamento do projeto foi
apresentado no CIAB 2008, pelo
diretor de Serviços Bancários da
entidade, André Rodrigues Cano,
no painel Meios de Pagamento, no
dia 12 de junho. No evento também havia um estande para mostrar
como o sistema funcionará e
técnicos para atender o público
interessado.
PROCESSO
O DDA é mais uma inovação desenhada e implementada pela Febraban e os bancos associados para contribuir com maior produtividade e eficiência do sistema. No inicio da década de 90 foi inserido nos boletos ou bloquetos de cobrança o código de barras. Isso permitiu que a compensação fosse realizada de forma eletrônica, sem o trânsito do documento físico pela compensação. Mas, o cliente continuou recebendo em casa ou na empresa, os boletos em papel, que substituem, por sua vez, duplicatas, notas promissórias, letras de câmbio, recibos ou cheques.
Agora, o DDA surge para facilitar o dia-a-dia das empresas, clientes e usuários. O sistema permitirá que todos os compromissos de pagamentos sejam recebidos eletronicamente, por meio dos bancos que atendem pessoas físicas e jurídicas. Os valores das transações, a exemplo do que já ocorre hoje, serão automaticamente creditados na conta corrente dos clientes credores.
Febraban-Federação Brasileira de Bancos
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