Cronologia das Negociações

  1. As primeiras reuniões da FENABAN com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) e com a Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (Contec) foram realizadas em 11 de agosto. As negociações da Convenção Coletiva 2010/2011 tiveram início na semana do dia 23 de agosto.
  1. Na terça-feira, dia 24 de agosto, a FENABAN e a CONTRAF definiram o calendário de negociações para 2010. Os encontros foram realizados em três rodadas, tratando, respectivamente, de questões relacionadas aos temas saúde, emprego e remuneração.

No dia 26 de agosto (quinta-feira), tiveram início as negociações com a CONTEC (Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito).

  1. A rodada de negociações seguinte foi realizada dias 08 e 09 de setembro com a CONTRAF e dia 10 com a CONTEC.

No tema 'Terceirização' foi reconhecida a importância da mesa temática permanente, que terá prosseguimento após a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho 2010/2011.

Em relação às questões da Diversidade e da Igualdade de Oportunidades, as partes concordam em prosseguir com o Programa FEBRABAN de Valorização da Diversidade e com seu acompanhamento na mesa temática permanente, com discussão das ações e indicadores disponíveis.

Outro temas abordado foi a questão da aprendizagem. Os representantes da FENABAN lembraram que o setor bancário brasileiro desenvolveu, por meio de convênio com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), um dos melhores programas de aprendizagem do mercado de trabalho, que favorece mais de 10 mil jovens, com qualificação profissional e melhoria de empregabilidade. Mais de 60% desses jovens são absorvidos pelo próprio setor bancário a cada dois anos, quando encerram o ciclo de qualificação.

  1. Com o objetivo de encontrar, no menor prazo possível, os termos finais de um acordo para a convenção coletiva 2010/2011, a FENABAN – Federação Nacional dos Bancos – apresentou na quarta-feira, dia 22 de setembro, o patamar de reajuste para avançar nas negociações, partindo da reposição de 4,29%, correspondentes aos índices da inflação, na busca do porcentual final que corrigirá, com aumento real, salários, pisos, benefícios e Participação nos Lucros e Resultados (PLR).  

A FENABAN ressaltou que os reajustes que forem pactuados neste ano serão aplicados sobre uma convenção coletiva considerada a melhor do País, que assegura aos bancários uma série de ganhos em termos de remuneração e benefícios, tais como:

Média salarial de R$ 4.111, uma das maiores do País.

Jornada de trabalho reduzida, de seis horas diárias (30 horas semanais), com semana de cinco dias, enquanto a jornada legal para outras categorias é de 44 horas semanais.

Participação nos Lucros e Resultados (PLR) para todos os trabalhadores da categoria no País - assegurada em convenção coletiva de âmbito nacional.

Piso salarial de R$ 1.501,49 (para uma jornada de seis horas) para a função de caixa, a mais numerosa, adicionado ao vale refeição mensal de R$ 371,36, ao vale alimentação de R$ 289,36/mês e ao auxílio creche de 207,95/mês (por filho). Todos esses valores serão corrigidos com o novo acordo.

Salário pelo menos 55% maior para os trabalhadores com jornada de oito horas (40 semanais) em relação aos que têm jornada de seis horas.

Auxílio refeição de R$ 16,88/dia, inclusive nas férias.

Oportunidade de carreira que caracteriza o segmento.

Acompanhe as negociações da FENABAN com os bancários. Sempre que houver novidades, você poderá conferir nesta página.

Diretoria de Comunicação
FENABAN


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