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Portas
de segurança beneficiam a clientes e funcionários
Os
bancos instalam portas automáticas com detectores
de metal em suas agências para garantir a segurança
de clientes e de funcionários, nunca para criar
obstáculos ou constrangimentos. Esses equipamentos
são utilizados por bancos, em quase todos os
países, para impedir o acesso de pessoas armadas
às agências bancárias, dando maior
segurança de clientes e funcionários.
Saiba como utilizar as portas
giratórias, evitando travamentos
O travamento ocorre automaticamente, quando o sensor
da porta detecta uma determinada quantidade de metal
com a pessoa, que pode ser produto de objetos como chaveiros,
celulares, relógios etc.
Se ocorrer o travamento, coloque os objetos de metal
que estiver carregando no compartimento (guarda-volumes)
lateral, retorne à faixa de segurança
e passe novamente. Sua passagem será liberada
tão logo a porta destrave e você poderá
pegar de volta seus objetos pessoais.
O
vigilante e os funcionários do banco não
são responsáveis pelo travamento. Assim,
quando ele ocorrer, não o considere como um sinal
de desconfiança.
Não estranhe o fato de uma porta travar em um
dia em que você esteja portando os mesmos objetos
com os quais habitualmente tem acesso liberado: o equipamento
é eletrônico e os sensores, eventualmente,
podem apresentar variações de sensibilidade.
O
investimento dos bancos vem sendo cada vez maior no
treinamento de funcionários e vigilantes, para
garantir um atendimento rápido e cortês.
Sua compreensão nos auxilia a fornecer maior
segurança a todos os usuários de agências
bancárias.
Benefícios das portas
As portas automáticas com detectores de metal
são um dos mecanismos de segurança utilizados
para evitar assaltos em agências. Possuem sistema
similar ao empregado mundialmente em aeroportos, empresas,
edifícios governamentais e em instalações
de segurança. Os resultados dos investimentos
realizados pelos bancos em sua instalação
e manutenção têm-se mostrado altamente
benéficos, conforme reconhecem especialistas
de segurança das áreas pública
e privada e lideranças sindicais dos bancários
em todo o país.
No
Estado de São Paulo, por exemplo, houve uma redução
de 37% no número de assaltos a agências
e postos em 1999.
Os
funcionários responsáveis pelo destravamento
também vêm sendo treinados para administrar
essas situações, quando ocorrem.
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