Noite especial no Tom Brasil
    Bancários-artistas se apresentam para 900 pessoas

 

A noite do dia 6 de dezembro foi especial para os bancários-artistas selecionados no Banco de Talentos. Eles se apresentaram para uma platéia de 900 pessoas na Casa de Espetáculos Tom Brasil, na Vila Olímpia. No local, os selecionados mostraram seus talentos impressos em telas e fotografias, além de poesia e muita música para familiares, amigos, colegas de trabalho e diretores dos bancos e da Febraban que prestigiaram a 11a. edição do evento cultural da entidade.

Para Marieta Toledo, gerente de produtos do Itaú Personalité, formada em Administração pela FGV e estudante de Artes Plásticas, na Faap, sua estréia não poderia ser melhor, já que teve dois quadros escolhidos para a edição 2204. Segundo ela, a arte é universal e poder conciliá-la com o trabalho é sua realização. "Afinal, trata-se de uma grande integração e eu procuro expressá-la nas diferentes relações de trabalho que tenho no dia-a-dia."

Outra selecionada, Rute Nunes, analista de FGTS, da Caixa Econômica Federal, escolheu um trabalho de colagem colorida de revistas para a sua segunda participação. "O Banco de Talentos é uma oportunidade ímpar para a exposição de nossos trabalhos e é um grande referencial para divulgação." Seu colega de banco, Luís Antonio Villaça, antes de participar do evento, nem tinha idéia que era fotógrafo. Segundo ele, depois que começou a fotografar para participar do processo seletivo, em 1997, percebeu o quanto gostava de fotografia. "De lá para cá, comecei a fazer cursos e participar de exposições."

Palco

No palco, todos os artistas expressaram homenagens a Antonio Carlos Leal de Freitas, superintendente da Febraban, que faleceu há pouco mais de dois meses. O executivo foi o criador do evento, em 1993. Num hotel de Campos do Jordão, onde conheceu um bancário-artista, o José Mauro Peixoto, após ouvi-lo ao piano, teve a idéia de desenvolver um projeto que revelasse e estimulasse o talento artístico dos bancários. E antes mesmo que a Febraban inscrevesse em sua missão a valorização das pessoas, Freitas tratou de buscar esse princípio no novo programa social dos bancos.

Nas 15 apresentações dos selecionados, os bancários-intérpretes cantaram músicas dos próprios compositores-bancários. Sob a direção artística do maestro Nelson Ayres e direção musical de Marcos Romera:

 

Anna Magdala Pátria sem Nação
Marcos Maia Barbosa e
Francisco Barbosa Sobrinho
 
Claire Mary Winck de Barcelos Casarão
Eugênio Gomes e
José Isidoro Marcelino
 
Teresa Maria Ordem e Progresso
Teresa Maria (Maria Teresa Resende
Rodrigues) e Antisthenes de Saboya Júnior

 
Adriano Ferreira Bueno Dividido
Adriano Ferreira Bueno
 
Wilma Araújo Notre Vie
Jeane Sampaio Saraiva e Lupe
Duailibi (Maria de Guadalupe Santos
Duailibi Mendonça)
 
Kássia Cristina Forte por Pirraça
Jefferson Marcos Gomes do Carmo
 
Luis de Sousa Santos O canto do Índio
Luis de Souza Santos
 
Eddy Samadhi Dia e Noite na Cidade
Eddy Samadhi (Edílson Rozeira)
 
Timbaúba Coração de Passarinho
Ubirandi Tavares Albuquerque (Timbaúba)
 
Rita Monteiro Lino Mágica
Tonho Penhasco e Roberto Sampaio
 
Jânio Arapiranga Inveja
Jânio Oliveira Silva
 
Gilton Della Cella Bagdá
Gilton Pinheiro Della Cella e
Alexandre Emanuel Vieira Moreno
 
Silvio Luiz Bergamo Prado A Flor e o Espinho / O Bem e o Mal / Rugas
Nelson Cavaquinho
 
Hugo Luna Animação do Povo
Hugo Luna Freire Sobrinho

 

Leia mais:
- Banco de Talentos - Edição 2004
- Fala, Artista!

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